domingo, 14 de agosto de 2011

Pai


Esta foto é de 1981.
Minha irmã, meu pai e eu fomos até Foz do Iguaçu com mochilas e barracas de camping nas costas..
Ele me ensinou, por meio do acampamento, que não precisamos de "muitas coisas"...
Tudo que necessitamos nesta viagem cabia numa simples mochila e foi nosso abrigo, sustento e diversão...
Na época eu não sabia de nada disso..lógico.. Jovens não prestam atenção aos pais... Mas tudo que ele foi e ainda é (espiritualmente) ficou comigo..
Só hoje reconheço que todas as qualidades que adquiri, pensando serem minhas, são partes da personalidade dele...
Sou tão parte deste aventureiro, cativante e tão amado pai.
Devo a ele a argumentação, o gostar de ler, a curiosidade inquieta, a ânsia de viajar e aventurar, a resignação silenciosa, ..até mesmo meu olhar está dia a dia parecido com os olhos dele..
Em uma mensagem psicografada ele disse "quisera eu pudesse me comunicar com você por meio do computador que você tanto gosta"..
Espero que ele sinta minha vibração de amor postada aqui, mas que parte direto do meu coração para o dele...
Ele também disse que sempre estaria "a distância de uma oração"..
Pois amanhã pai, vamos orar por você. Feliz Dia dos Pais.

terça-feira, 19 de julho de 2011

5o. Jogos Mundiais MIlitares 2011

Filmamos da janela lá de casa..
5o. Jogos Mundiais MIlitares 2011

http://www.youtube.com/watch?v=TfEyQlILOYE
http://www.youtube.com/watch?v=6qDoxa-Xb5U

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

I can do it!!!!

Maravilhosa animação de Carlos Saldanha.
Estréia em abril de 2011.

http://media.movieweb.com/i/f/player.swf?playlist=VIiFvjlpISaMmj&sid=1

sábado, 16 de outubro de 2010

Uma arte
Elizabeth Bishop
Tradução de Horácio Costa

A arte de perder não tarda aprender;
tantas coisas parecem feitas com o molde
da perda que o perdê-las não traz desastre.

Perca algo a cada dia. Aceita o susto
de perder chaves, e a hora passada embalde.
A arte de perder não tarda aprender.

Pratica perder mais rápido mil coisas mais:
lugares, nomes, onde pensaste de férias
ir. Nenhuma perda trará desastre.

Perdi o relógio de minha mãe. A última,
ou a penúltima, de minhas casas queridas
foi-se. Não tarda aprender, a arte de perder.

Perdi duas cidades, eram deliciosas. E,
pior, alguns reinos que tive, dois rios, um
continente. Sinto sua falta, nenhum desastre.

- Mesmo perder-te a ti (a voz que ria, um ente
amado), mentir não posso. É evidente:
a arte de perder muito não tarda aprender,
embora a perda - escreva tudo! - lembre desastre.


A norte-americana Elizabeth Bishop nasceu em Massachusetts, em 8 de fevereiro de 1911, e morreu 68 anos depois, em Boston. Em 1952, depois de uma viagem pela costa brasileira, Elizabeth encantou-se pelas montanhas de Petrópolis e lá permaneceu por longos quinze anos. Durante esse período, escreveu numerosos registros e poemas, como o transcrito acima.


Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/feira-livre/um-poema-de-elizabeth-bishop/

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Isaac Asimov e a Educação

"Isaac Asimov prevê o impacto da Internet na educação
O genial Isaac Asimov prevê, em 1988, o impacto da internet na distribuição do conhecimento
"Quando tivermos computadores em todas as casas, cada um deles ligado a enormes bibliotecas onde cada um possa fazer qualquer pegunta e receber respostas, material de referência sobre qualquer assunto em que esteja interessado (...) então todos gostarão de aprender."

http://www.youtube.com/watch?v=CI5NKP1y6Ng&feature=player_embedded

Fonte: http://oglobo.globo.com/blogs/emcartaznaweb/#327790

sábado, 4 de setembro de 2010

Assisti NOSSO LAR

Assisti Nosso Lar hoje e é maravilhoso.
Ouvi e li algumas críticas sobre os efeitos especiais (até compararam com Kripton do filme Superman), mas, pelo que percebi, muitos foram ao cinema em busca de ficção e se depararam com um drama.

De qualquer forma, tenho certeza de que todos foram tocados pelo tema, absorveram a mensagem de esperança e paz e vivenciaram junto com Andre Luiz o poder do amor, quando sabemos cultivá-lo sem egoísmo e orgulho.

Talvez por ter lido (e estudado) o livro tantas vezes, a medida que o filme corria só me fixei no roteiro.
Na minha opinião a adaptação não poderia ter ficados mais perfeita.

Acredito que mergulhei, não num mundo mágico e sobrenatural, mas no caminho de volta ao meu lar.
Meu não. Nosso Lar.


segunda-feira, 30 de agosto de 2010